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Crítica do Objeto do Grupo Futmesa
O grupo foi muito feliz em pensar nos espelhos como forma de atrair e de usar o espaço como artifício de interação. Infelizmente, a execução não atingiu todo o potencial esperado. Os cacos espalhados pela assavam a sensação de uma decoração desleixada e de insegurança também, e acredito que pensar em uma forma de aumentar o tamanho dos espelhos também poderia ajudar a interagir com o ambiente.
Crítica Estruturada ao desenho do colega
Desenho de Gabriela Soares Cruzeiro. O desenho foi escolhido por mim, pois vi pouquíssimos que apresentassem essa perspectiva do hall. Gostei muito do trabalho com as figuras humanas e com os detalhes da representação da pintura em si. Chamo atenção para o piso que dá acesso ao auditório, acredito que esteja desproporcional se comparado ao restante dos elementos e a si próprio (na relação largura e comprimento), mas foi bem trabalhado em espessura e um ótimo acabamento do guarda-corpo. O desenho está bem enquadrado, apesar de estar um pouco mais denso no lado esquerdo, foi bem executado, está agradável.


Primeiramente gostaria de parabenizar o desenho feito pela Geovana. Para essa crítica escolhi o desenho do edifício Niemeyer, pois acredito que foi o que a maioria da turma teve dificuldade para representar. Nesse desenho em questão, achei interessante a forma como foi estruturada as curvas presentes na estrutura, como a perspectiva foi colocada (a vista do prédio de baixo para cima) e como o desenho está bem centralizado na folha. Entretanto, percebo uma falta de proporção entre o prédio e a sua estrutura de suporte, e percebo também que o desenho por estar no meio da folha, não apresenta uma configuração do chão, gerando a impressão de que prédio está voando. Além disso, é notável que o detalhamento não foi feito de maneira proporcional, uma vez que alguns andares apresentam janelas e outros não.
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